Métodos elétricos

Eletrorresistividade

Investigação da distribuição de resistividade elétrica do terreno para caracterização de materiais, estruturas, zonas saturadas, descontinuidades e anomalias em profundidade.

Atendimento técnico Vitória — ES • projetos em todo o Brasil
Aplicação

Informação técnica adequada ao objetivo do projeto.

A eletrorresistividade é sensível à mineralogia, porosidade, grau de saturação e concentração de íons nos poros. Caminhamentos elétricos são utilizados para imageamento lateral e vertical, enquanto SEVs são indicadas para investigar variação vertical em locais selecionados.

Planejamento de profundidade

O espaçamento entre eletrodos e a extensão da linha precisam ser compatíveis com a profundidade e resolução requeridas pelo projeto.

Aplicações frequentes

  • Hidrogeologia e pesquisa de água subterrânea
  • Cavidades e zonas de alteração
  • Caracterização geológico-geotécnica
  • Mapeamento de contatos e estruturas
  • Plumas e contrastes ambientais quando tecnicamente aplicável
  • Apoio a sondagens e locação de pontos de investigação
Como trabalhamos

Do planejamento à interpretação.

O método é definido a partir da pergunta técnica, das condições de campo e das limitações inerentes a cada técnica.

01

Definição do arranjo

Escolha de Dipolo-Dipolo, Wenner, Schlumberger ou outro arranjo conforme resolução e alvo.

02

Geometria de aquisição

Dimensionamento do espaçamento entre eletrodos, extensão e sobreposições necessárias.

03

Controle de contato

Verificação da resistência de contato e condições de injeção de corrente.

04

Aquisição e repetição

Controle de qualidade, medidas repetidas e identificação de leituras instáveis.

05

Inversão

Modelagem da distribuição de resistividade com parâmetros compatíveis com a geologia e qualidade dos dados.

06

Interpretação integrada

Correlação entre seção invertida, topografia, geologia, sondagens e demais informações disponíveis.

Produtos técnicos

Entregáveis adaptados ao uso final dos dados.

Os produtos são organizados para facilitar rastreabilidade, integração com projetos de engenharia, auditoria técnica e continuidade dos estudos.

  • Pseudoseções e seções invertidas
  • Modelos com topografia incorporada quando disponível
  • Mapas de resistividade
  • Tabelas e base de dados de aquisição
  • Interpretação de anomalias e unidades geoelétricas
  • Relatório técnico com QA/QC e limitações
Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre eletrorresistividade.

As respostas abaixo são orientativas. O dimensionamento final depende da área, do alvo, das condições do terreno e do objetivo do estudo.

Qual profundidade um caminhamento elétrico alcança?

A profundidade depende do arranjo, espaçamento entre eletrodos, extensão da linha, geometria e qualidade dos dados. Deve ser estimada no planejamento do levantamento.

Qual arranjo é melhor: Dipolo-Dipolo ou Wenner?

A escolha depende do alvo. Dipolo-Dipolo tende a ter boa sensibilidade lateral e estrutural, enquanto Wenner pode apresentar boa relação sinal/ruído em determinados contextos.

SEV e caminhamento elétrico são a mesma coisa?

Não. A SEV enfatiza a variação vertical sob um ponto, enquanto o caminhamento elétrico busca imagear variações laterais e verticais ao longo de um perfil.

Próximo passo

Envie a área e o objetivo do seu projeto.

A Flow pode avaliar a metodologia, extensão de levantamento, mobilização e produtos mais adequados para a sua demanda.

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